Corra por aquela estrada e não pare em dores... nem ao menos para verter lágrimas... O caminho o aguarda, solene, perene, silencioso, suave... em uma sentença muda.
Toquei a sineta e esperei pelo teu olhar... Toquei a sineta e aguardei pelos teus passos, pelo rumor do teu riso, pelo carinho de tua face, pelo suave aconchego do teu amor...
O lírio jamais fenece em terras fétidas de luz... O lírio jamais morre em lamas pardacentas carentes de luz... O lírio jamais descolore em águas turvas órfãs de luz... O lírio jamais sucumbe em margens escuras destituídas de luz... O lírio jamais enegrece em vegetação nodosa esquecida de luz!