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Mostrando postagens de 2015

Ritmos

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  Para ela compus versos,  reversos, universos infinitos...     Para ela repus flores, odores, sabores, amores, esplendores em noites de lua...

Saudade

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 No estojo, a borracha... No quadro, o apagador... No jardim, as sementes... No ar, o beija-flor... No meu coração, a saudade de um grande amor! 

CASA

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CASA NAQUELA CASA, ALI, MORA UMA FADA... NAQUELA CASA, ALI, MORAM ADÃO E MAFALDA... NAQUELA CASA, ALI, REPOUSA O SOL... E, NA MADRUGADA, A LUA PRATEADA DA CASA FAZ SUA MORADA...

CARAVANA

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    Faíscas de gravetos estalam no ar... Longe, muito distante, o rumor das cantigas dos peregrinos... e  a  caravana é apenas o  alarido colorido de almas que passam...

Morte

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      A pedra esfacela-se na jornada fúnebre rumo ao  despenhadeiro...      

LANÇAMENTO

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                           Dia 26 de agosto, quarta-feira, lançamento do meu livro e da Letícia! Editado pela Litteris Editora, selo Quártica, RJ.

CHAMA VIOLETA

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Deixe-se impregnar, absorver, imergir, ressurgir, renascer um novo homem... na transcendência,  na metamorfose, na catarse da alma... Transfigure-se, desapareça, desconstrua-se, torne-se invisível para, então, ser único e uno na suavidade etérea da chama violeta...

VENTO MINUANO- poema selecionado

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Lá fora, grita o vento minuano... bailado gélido de assovios dançantes... Lá fora, chora o  vento minuano... lágrimas em pétalas a escorrer pelos verdes pampas... Lá fora, canta o  vento minuano... melodias saudosistas de um tempo de outrora... Lá fora, em revolteios melódicos, rodopia o vento minuano... serenata nostálgica a recordar amores perdidos na infinitude do tempo... Lá fora, o vento minuano...

Lançamento dos livros Dia a dia se faz poesia e Arte e Palavras

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Lançamento dos livros Dia a dia se faz poesia e Arte e Palavras

O presente - conto selecionado com o 5º lugar

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Conto O PRESENTE - REVISTA FAROL FANTÁSTICO

A chuva que cai...

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  A chuva que cai inunda lembranças...     A chuva  que cai afoga sorrisos, banaliza tristezas, amolece sonhos, alaga vazios, submerge alegrias e arrasta esperanças...     A chuva que cai apaga emoções e encharca ilusões...  

DESPEDIDA

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NA ARAGEM TÉPIDA DO AMANHECER, DESPEDEM-SE AS GOTÍCULAS DE ORVALHO... ... DERRETEM... ... ESCORREM... ... CONGELAM... ... TRANSFIGURAM-SE... EM ÁGUA PRATEADA.

Poema SOMBRAS Feiticeiro das Letras

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Homenagem para Amanda

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Poesia de minha autoria lida nos  15 anos da Amanda   Lembro de uma época , reminiscências de sua infância: vejo-a pequenina, frágil ainda, mas dotada de personalidade ímpar! Revejo-a em minhas memórias: muito loirinha em seus dois anos, sabendo poucas falas pronunciar... Assim, o cachorrinho Boby era o seu herói e única palavra, seu único dizer: "O Au Au " Relembro-a em seus passinhos miúdos, ligeiros, o sorriso angelical... E, aos três anos,  mãos na cintura, já dava "bronca" e defendia o que considerava o certo e real... Recordo-a crescendo, desfilando aos quatro anos, escrevendo as primeiras letras, enfrentando até a catapora, toda branquinha em pleno Natal...   Defino-a, agora, na passagem inexorável do tempo: - alegria contagiosa - ligeira - faceira - companheira - conselheira - dedicada - amiga - crítica - criativa - imaginativa - bailarina ...

Último verão

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As folhas, outrora verdes, são hoje reflexos desbotados da imensidão ardente de um belo verão... O céu, outrora  de anil, é hoje massa cinzenta e úmida de madrugadas gélidas, sapatos molhados, prenúncio  trêmulo de um começo de inverno... E o sol, outrora ofuscante,  límpido, é hoje coroa de brumas opacas... despedida sentida do  último verão...

CINZAS

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Joguei rosas no asfalto... Na frieza dos dias... Na indiferença metálica das horas... ... a metamorfose das cinzas...

CURA

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Se o amanhã reabrir em sonhos, rasga tua timidez e  desfaz teus nós... Só o amanhã em tons lilases será capaz de curar tua alma...

RECADO

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Não pisem nas flores... Nem lírios, madressilvas ou mimosas chorarão  por vós...

ADEUSES

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Adeuses são acenos, retalhos de sonhos e dores que choram em vão...

POEIRAS

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Deixei lembranças escondidas no etéreo do tempo... Balancei arangens e renovei mistérios ao longo da poeira da estrada... Depus sonhos e almejei desenganos... Colou-se em minha alma as esperanças quebradas,  os rodopios vacilantes, as miragens mirabolantes e,  na essência dos dias, restaram apenas poeiras e  sombras...

LUA

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       ... a Lua distante chora  lágrimas de prata... ... enquanto os namorados suspiram amores na noite estrelada...

NOSSOS DIAS

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De ventos, saudades e risos... De dores, rumores, odores e alegrias... são feitos nossos dias... De sons, nostalgias, ironias, valentias e assovios... são feitas nossas lembranças... De palavras, versos, cores, sabores e amores... são feitas nossas esperanças...

Naquela casa...

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  Naquela casa, mora a saudade...   Em cada sala, repousam, sonolentos, velhos móveis... lembranças empoeiradas de tempos  de outrora... Nas paredes frias, retratos corroídos e imagens desbotadas... ... impregnam de tons nostálgicos os risos, os sorrisos mansos de épocas longínquas... Naquela casa, mora a solidão...

Luminosidade

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Liquidei com as tristezas da alma  em dias de solidão... Balancei encantos e cobri de luz e perfume os dias de  escuridão...

Rosas hostis

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      Rosas secas, suspensas, serenas, sem cor...     Rosas sem vida,  sem sabores,  sem odores, solitárias... selvagens... rosas hostis...

Sonhos

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     Os sonhos pedem passagem... à imaginação que, tolerante, se faz guarida em nuances de emoção...   Os sonhos emergem em ebulição... angariam recursos para fugir da solidão...   Os sonhos refulgem em bolhas coloridas que se dissipam no ar...  são elos dourados a iluminar a escuridão...

Poema - Zero Hora

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NÃO OLHE

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    ...não olhe nos olhos do amanhã...   deixe apenas que o dia escorra  de mansinho e banhe sua alma... ... não olhe nos olhos  do amanhã...

FLORES AZUIS

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    As flores azuis recendendo perfumes  de orvalho... desabrocham solitárias...   Em suas pétalas, toda a magia de tempos felizes...

POESIA - ZERO HORA

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ESPERA (LETÍCIA DE MENEZES MARIANO)

Todo dia, encaro a parede só na espera de te ver... Mas... Gostaria de saber o porquê... de todo dia reler meus livros, relembrá-los em minha cabeça, apenas na espera de te ver...     E, todo dia, olhar para o relógio...   Só para sentir se, novamente, irei te olhar mais uma vez...   Espero  voltar a escrever...  Olho, releio, leio... Espero... uma inspiração que dê fim à minha confusão...

PESADELO IRREAL (LETÍCIA DE MENEZES MARIANO)

    Carne  marcada. Correr não é a única opção, mas... haverá outra?   Por um mero medo de mais cicatrizes ou partirem seu coração?   Você diz que a vida é assim... então, a vida é cruel com você... Você é a caça, eles os predadores com garras ou armas...   Quanto mais você corre,  mais cai, por medo...   Feche os olhos, fique frente a frente com ele - o medo!   O pesadelo acaba. Você acorda.

Lágrimas quebradas (Letícia de Menezes Mariano)

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Os respingos de chuva - tão fracos! mancham a calçada cinza, deixam o ambiente sem forma, sem vida... As pessoas vestem preto para esconder sua luz branca... As lágrimas da criança não são como a chuva, são vermelhas... - mas não de sangue! Mas, sim, por seu amor quebrado... Delas nascem uma rosa vermelha, - amor derramado! única cor em sua vida...