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Mostrando postagens de dezembro, 2013

Louco devaneio - poema

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        Louco devaneio       Corri através do tempo para alcançá-lo... Meus pés sangaram, sufoquei meu grito na garganta e chorei copiosamente, derramando lágrimas ao longo da estrada... Transformaram-se as lágrimas em estrelas! Oh, Divino Senhor... por que  me tiraste o prazer de caminhar ao lado dele? Não basta saber que as estrelas brilham no firmamento e espiam lá na Terra o rosto do meu amado... Não!

Fruto - poema

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  Fruto   Fui verde Fui luz Fui estrada Fui ponte...   Nas correntes  do tempo, fui rosas e fonte de novos recomeços...

Sonhar - poeminha

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Sonhar   Há  muito que sonhar! Pessoa que não sonha É como terra árida... Onde, às vezes, não vale a pena plantar!

Sangrou - poema

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Sangrou Ontem,            numa cadeira,            silenciosamente,                                       sentei... E... esqueci-me                         de mim                                      mesma! Pobre sombra                         de um passado remoto. ...

Borboletas - poema

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         BORBOLETAS   Duas borboletas dançam com graça etérea... Amarelas, recortadas contra o fundo azul do céu outonal... Bailam as borboletas amarelas em uníssono  melódico...   Encontro casual (?), suave fluidez... Singelas,  profundamente amarelas, pontinhos dourados na tarde de sexta-feira...

Esperanças - poema

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Esperanças🌟❋❋   Repus estrelas e bolas coloridas quebradas ao longo de eternos Natais...     Na metamorfose do presépio, sonhei novas esperanças, novas alegrias aos pés do menino Jesus...

Agora? - poema

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Agora?     chuva cantando no telhado, gotas, goteiras, rios de água no quintal... Lamaçal,  cascatas siderais apagando o riso azul de meninos e meninas... Azul... agora? Apenas o azul do amor fraternal da Nação Brasileira...

Insetos - poema publicado em Antologias

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    Insetos     Os olhinhos quase saltavam das órbitas, pobres olhinhos inocentes... incoerentes, patéticos, querem algo, estrago que já sofreram tão cedo. Os dedinhos magros cobrem a visão retorcida da angústia que esmaga, a triste ferida que o  tempo não cura, nem o remédio adianta? A pobreza é pungente, muda o que é direito, corrói o que está certo, sufoca os protestos, mata o inseto? Inseto... parece aquele menininho que tapa os olhos na certeza que não verá nunca o brilho de um novo amanhecer! "Somos simples insetos humanos"

Malmequer Bem-me-quer - poema

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Malmequer Bem-me-quer desfolhar malmequer... bem-me-quer... pétalas amarelas caídas pelo chão... - amores de verão! despetalar malmequer... bem-me-quer... pétalas perfumadas arrancadas sem perdão... - amores que chegam! - amores que vão! ... malmequer... ... bem-me-quer...      

Tecelãs - poema

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Tecelãs Mãos cansadas, calejadas, tecem fios de lã, entrelaçam, unem pontos, tecem e conjuram destinos... Mãos sublimes, rústicas, eternas... Tecem sonhos, nostalgias, no afã de sublimes manhãs... Tecem fios de lã, mosaico colorido dos destinos humanos... Tecem fios de lã... Tecem sonhos... As tecelãs...

Colorido - poema

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No céu,  pintou-se o arco-íris... - sete cores - sete dores - sete amores - sete adeuses - sete sonhos... Rasgou o céu de anil o arco-íris...       - sete esperanças - sete alianças   - sete cobranças - sete sabores...

Flores para Amélia - poema

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Flores para Amélia Extinguiu-se a luz... Ela,  - Amélia! me deixou saboreando solidão... O som  de seu riso... - Amélia!   O encanto de ser arco-íris em dias de sol...   A dor cinzenta do arrependimento amarga minha alma... "- Por que não levei flores para Amélia??"   Deixei-a partir sem, ao menos, sentir o perfume de  meu olhar...   "- Deus, por que não levei  flores para Amélia??"   E, sequer, a soube amar!

Líquido letal

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       Frutificam em meus lábios as doçuras dos teus...   Sumo ardente, nascente, feito sol poente. Escorre... lento... impiedoso(?) Líquido letal que pode, sim, matar!