Carta ao Escritor
Hoje, minhas palavras são como cristais benfazejos ou mesmo folhas orvalhadas deslizando feito brisa nas brumas do tempo e alcançam tua graça, grandioso Escritor Érico Veríssimo! Através desta missiva, agradeço-te por teres pontuado minha história juvenil com personagens eternos de tua obra O Tempo e o Vento . Agradeço-te por fortalecer em minha alma o orgulho e o lirismo de nascer no torrão gaúcho! Sim, sou do Continente! Em mim corre o sangue heroico das batalhas vividas e vibra em meu coração o eco de bravura de Rodrigo Cambará: “Buenas e me espalho, nos pequenos dou de prancha, e nos grandes dou de talho”. Sim, sou mulher desta terra! ...